
Vale a pena ler o artigo "A vitória do perdedor" escrito por Luciana Monteiro para o Valor Econômico. O artigo mostra a pesquisa feita pelo professor e consultor Jurandir Macedo sobre comprar ações que caíram e vendê-las quando subirem... "O levantamento considera um aplicador com R$ 1 mil mensais para investir logo no início do Plano Real, em 1º de julho de 1994. Inicialmente, metade dos recursos seria investida numa aplicação corrigida pelo Índice Bovespa e os outros 50% estariam atrelados ao Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI, o juro interbancário que serve de referencial para as aplicações mais conservadoras). Pela simulação, nos primeiros seis meses, o investidor colocou R$ 500,00 em cada uma das carteiras. Após o sétimo mês, esse aplicador começou a aplicar R$ 1 mil no portfólio com pior rendimento. E, sempre que uma carteira superava a fatia de 60% de participação nos investimentos, era realizada uma venda dos ativos e a compra da carteira perdedora de modo a manter a proporção de 50% a 50%. O estudo mostra que, de julho de 1994< /b> até 31 de dezembro de 2011, se o investido! r tivess e aplicado somente no Índice Bovespa, ele teria obtido retorno de 15,88% ao ano e acumularia R$ 998,692 mil. Se, por sua vez, tivesse investido somente no CDI, teria atingido rentabilidade anual de 16,97% e, assim, acumulado R$ 1,120 milhão. Em contrapartida, se tivesse rebalanceado sua carteira ao longo do período apostando sempre na carteira perdedora, teria obtido rendimento anual de 19,04% ao ano e, assim, acumulado R$ 1,395 milhão. Pelo levantamento, segundo Macedo, ao longo de todo esse período estudado, o investidor teria de ter realizado venda de ativos apenas oito vezes." (Fonte: Valor Econômico http://www.valor.com.br)